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"Insanidade é repetir as mesmas ações e esperar resultados diferentes"
 

Quase...

 

Ainda pior que a convicção do não e a incerteza do talvez é a desilusão de um quase.

 

É o quase que incomoda, que entristece, que mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi.

 

Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou.

 

Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que

se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa

maldita mania de viver no outono.

 

Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou

melhor não me pergunto, contesto.

 

A resposta eu sei de cór, está estampada na distância e frieza dos

sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos "Bom dia", quase que

sussurrados. Sobra covardia e falta de coragem até pra ser feliz. A paixão

queima, o amor enlouquece, o desejo trai. Talvez esses fossem bons motivos

para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são.

 

Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os

dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza. O nada não ilumina,

não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz

dentro de si.

 

Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance;

para as coisas que não podem ser mudadas, resta-nos somente paciência.

 

Porém, preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a

oportunidade de merecer. Pros erros há perdão; pros fracassos, chance;

pros amores impossíveis, tempo.

 

De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance

cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance. Não deixe que a saudade

sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar.

 

Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que

sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora

quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.

 

Luiz F. Veríssimo



Escrito por Teca Vilaça às 12h38
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Olhar para frente e não enxergar nada...

Caminhar numa estrada fria e escura...

Dar um passo sem ter noção do que vem por ai...

Frio na barriga? Tensão? Ou pura adrenalina?

Ter uma visão panorâmica da paisagem.

O sol bater forte e clarear a nossa visão.

Ter todas as respostas anotadas em um caderno.

Segurança? Certeza? Ou monotonia?

Como escrever a nossa história e traçar o caminho da vida?

Com cadernos em branco para pautarmos a nossa história dia -a- dia?

Girar o globo terrestre e parar com o dedo, e neste local ser o destino da viagem?

Ou escrever antecipadamente a história e seguir as palavras pré-definidas?

E estudar tudo sobre o destino, chegando lá já com o guia completo?

A surpresa da vida é interessante, não saber o dia de amanhã nos deixa instigado para desvendar os mistérios. Mas, será que não é legal tb sonhar acordado e anotar tudo o que queremos fazer para depois realizar? Dizem que o sonho é melhor que a realidade e que quando planejamos algo, criamos uma expectativa tão legal que nos deixa mais felizes de quando a realidade chega.

Cientificamente, o que sonhamos, imaginamos e vivemos mexe com a mesma parte do nosso cérebro, então, porque não planejar um pouquinho o futuro e se imaginar mais adiante?

Imagine Sempre seus Planos...

 



Escrito por Teca Vilaça às 12h56
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Contra a correnteza

 

Desde o principio, sabia a direção das águas.

Mesmo assim, quis inovar, fazer diferente, arriscar, desafiar as águas e a si mesma e ir contra a correnteza.

Primeiro, colocou o pé direito, depois o esquerdo e foi andando sob as águas...

A caminhada estava tão divertida que criou coragem, estufou o peio e caiu de cabeça com tudo. Sem pensar nas conseqüências, foi levada pelo embalo, pela adrenalina.

 

Durante algum tempo, viu uma linda paisagem no fundo do mar, até que lhe faltou ar e chegou a hora de respirar. O que deveria durar alguns segundos, tornou-se uma eternidade. O simples ato de levantar a cabeça, a fez perder as forças... O mar estava revolto, a correnteza mais forte ainda... O desespero tomou-lhe conta.

 

E é nestas horas que a Fé deve ser mais forte. Quando tudo diz NÃO, acreditar no SIM é lutar sem limites. Mesmo sabendo que nadar contra a correnteza é arriscado, prefere atravessar e encarar o desafio, pois a fé a faz ter a certeza que a recompensa é bem maior quando não se desiste dos sonhos.

 



Escrito por Teca Vilaça às 12h37
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No tic-tac das horas, no vai-e-vem da vida, pessoas se cruzam, se olham e passam direto.

Até que no meio de uma multidão, de flashes, músicas e fãs, um olhar se destaca ou será que é uma dança?

Daí, tudo pára, muda e torna diferente, especial. E eis que o inesperado acontece.... Muito rápido, intenso, gostoso e passageiro, mas com marcas eternas... o carinho.. a lembrança... o bem- querer... o querer- mais....

Rumos são seguidos, cada um a sua maneira, com ou sem glamour,... Pra trás, fica o deslumbramento de uma fase, os momentos vividos;  pra frente, o azul... aquele que tá no céu, no mar, no espírito daqueles que sabem fazer da vida uma festa...

E fica a pergunta: os novos caminhos podem ser cruzados pra reviver momentos marcantes?



Escrito por Teca Vilaça às 11h46
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A ausência e a reunião de todas as cores se encontram no carnaval.

Onde tudo é brilho e fantasia, a invasão de aditivos transformam o que é alegria em tristeza, o sonho em pesadelo.

E o sol some nas nuvens, o rosa vira cinza num piscar de olhos, num simples gesto, tudo muda “definitivamente”:... Tudo fica negro e cinza e assim, não enxergamos a luz que está por trás das nuvens  e um dia voltará a brilhar...

 

Mas se é fato que o sol voltará, porque insistimos em ver cinza? Talvez porque saibamos, lá no fundo, que muitas vezes a tristeza das nuvens é infinitamente menor que a alegria da estiagem. Tudo uma grande artimanha do inconsciente em prol da nossa felicidade. Tristes são os cães que foram furtados, pra sempre, do colorido...

 

 

Eu e Papito...



Escrito por Teca Vilaça às 20h05
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